Harry Thomas Jr. é um apaixonado por esportes. O paulistano compete desde 1995 e já completou 17 maratonas, sendo três sub 3 horas: São Paulo (2h59min30), Nova York (2h58min20) e Blumenau (2h58min10). O Administrador é Fundador do Webrun.
Itacaré, Bahia – (água de coco que fosse eterna...) – No último treino tive daqueles momentos de Forest Gump que temos às vezes ou quase nunca. E tenho tido alguns ao longo dos tempos. Esqueça o Gump corredor – pedido que pode ser encarado como uma heresia, em um blog que até onde sei é sobre corridas.
Mas o momento Gump de vida. Aquele de estar na hora e local certos como Forest sempre o fez. Mas como não sou nem Forest nem Gump vinha feliz da vida por já ter vencido uns 9km de pilombas. Eu descia e vejo um corredor pretinho e mirrado. Porretinha como se diz por essas bandas e vinha forte.
Nos encontranos na depressão da ciclovia/pista e ele por mim passa. O comprimento e percebo sua rapidez. Seguramente era tipo “Pró” daqueles muito rápidos. No meu chutodromo percebo que era um sub 31/32 minutos prá 10K.
E seguimos cada um seu rumo e ritmo. Uns três quilomentros depois eu já mau me lembrava o que tinha se passado nos últimos 50 metros e o neguinho passa por mim a mil. Ou seja: ele já tinha ido e agora estava voltado e com a chuvinha que caia só economizou a poeira para mim.
E ai vem o estalo: “ele deve treinar com o Gilmário”, pensei. No entanto, o técnico olimpico de maratona Gilmário Mendes estava a léguas do Harry e do atleta para maiores apurações.
Pisco os olhos e o corredor abre vários metros a minha frene. O tempo passa. Antes que o som pudesse perder a velocidade e seu alcance, solto em alto e bom tom: “Você treina com o Gilmário?”, reproduzindo meus pensamentos de segundo antes.
Sem olhar para trás o atleta de Itacaré levanta seu braço direito e faz o sinal de positivo confirmando o que daria uns trocados na bolsa de aposta de Londres, afinal até onde correr na Bahia é sinal que tem que treinar com o técnico Gilmário?
Sem acreditar no que passei, repeti a pergunta e emendei “é isso mesmo?” no fim da frase. Novo positivo. A chuva apertava e o corredor fazia o mesmo e se distanciava, distanciava.
Na próxima, preciso apostar...
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Itacaré, Bahia – (água de coco...) – Era terça e não fui. Quarta-feira, 28, o programado era um de 15km a 5min20, e lá estava eu para o treininho. E fui. Fui conhecer o local em que se treina em Iatacaré. Engana-se quem pensa que é ao lado do mar. É sim, em uma estrada que por sua vez tem uma ciclovia bem sinalizada (amanhã levo a máquina) e essa ciclovia fica na entrada da cidade de quem vem do agreste ou oeste.
A subida inicial deixa o mar lá em baixo. O que é o mais motivador do treino. Sobe, sobe e sobe e subindo. A parada por lesão sempre vinha a minha cabeça. Dela não senti nada, mas o período parado, esse sim afetou, não meu pé mas a minha mente.
E subi e lá em cima descia, depois subia. O GPS deu 7.500m metros adentro e o cronometro bateu 45min com cinco quilômetros de sobe e desce, consideráveis.
Era a hora de voltar. Antes, porém, encontrar uns seis corredores – cada um no seu treino. Rápidos, crianças ( um mini corredor), mulheres e, outros pagando os pecados como eu.
Na volta a chuvinha para lavar a alma em 1h24min05.
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São Paulo – (água de coco I...) – E depois da Meia Maratona do Rio a vida deveria seguiir. Na semana passada dos três treinos que o Branca projetou para 90 dias antes das pauleiras – 600k e Athenas – previa 10k (quinta), 25km (sábado) e 8km no domingo.
O último treino já foi feito em solo baiano. E o segundo e terceiro treino não foram feitas justamente porque queria chegar a terrinha de Ari Barroso.
Aqui é difícil correr, já que morro é o que não falta.
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São Paulo – (eu vou...) – Acordar hoje cedo, abrir o e-mail e ler um convite para participar do Desafio Nike 600k SP/Rio defendendo pela segunda vez as cores da gloriosa equipe Imprensa não tem preço.
Estou de férias em Itacaré, na Bahia, e no próximo dia 30 mudo de categoria e completo meus 45 anos de idade, portanto, essa data será um divisor de águas para mim. E as primeiras ações serão me abster totalmente das batidinhas, cervejinhas, friturinhas que povoam essa belissima terra.
Além claro, de treinar firme e forte com foco total tanto nos 600k como na Maratona de Atenas que acontece uma semana após o Desafio Nike.
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São Paulo – (a forra...) – Houve uma cena hilária que presenciei na largada da Maratona do Rio que entra para os “causos” deste blog. Já passava das 7h10 e o locutor por um vacilo tinha contado para os corredores expremidos e que por cima estavam tomando chuva no curral da largada da Meia do Rio, que a largada estava atrasada em função do sinal verde da Dona Globo, assim ânimos estavam digamos, alterados.
Corredores nornalmente são “vitimas” de baladeiros. Quantos de nós ao irmos correr logo cedo somos xingados e hostilizados por carros passando a mil daqueles que estão com umas a mais na cabeça e voltando da balada? Pior: alguns sendo alvo de líquidos, latas de bebidas, só para ficar nas mais comuns das ações que os arruaceiros costumam fazer, ao menos, os corredores das grandes cidades assim sofrem.
E chovia e nada de largar, quando então passa ao lado do curral um casal. Ele de termo ou smoking e ela bem vestida. Foi a conta. E foram vaiados e xingados pelo curral ensadecido. Foram só um aperitivo do que estava por vir.
Um minuto depois duas jovens nos alto de suas mini saias faz o mesmo caminho do casal. Confesso que também dei uma zuada na brincadeira com as moçoilas que pagaram um baita mico e tomaram possivelmente a maior vaia de suas vidas.
Era a forra das pessoas do “dia” contra os da “noite”.
E você já sofreu contra baladeiros, como foi?
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São Paulo – (rapidez versus tradição...) – O fisioterapeuta David Homsi, está em Boston (EUA) participando de uma série de eventos (palestras, visita a lojas de artigos esportivos etc) para atualização profissional, e claro, para dar uma conferida se nosso empreendimento em conjunto na terra do Tio Sam, estava mesmo indo de vento em popa.
Mas o que me chamou atenção foi à foto postada no Twitter pelo @DavidHomsi da linha de chegada da mais tradicional corrida de rua do mundo: a Maratona de Boston que no próximo ano completa 115 anos (!) de existência.
Costumo dizer que maratona é tradição. Por exemplo: corri seis vezes a Maratona de São Paulo e acredito que tanto a largada como chegada tiveram umas cinco configurações. Mas não é só São Paulo que tem esse problema.
Outro exemplo: a Maratona de Blumenau que no final dos anos 90 levava cerca de 1200 paulistas para lá correrem, simplesmente acabou depois de uma catastrófica mudança de percurso, famosa outrora, acredito que a maioria dos corredores de hoje nem saibam que havia uma maratona em Blumenau.
E para não ficarmos somente em São Paulo e Blumenau, pelo que me lembre Porto Alegre, Curitiba e até Rio (antes com organização da Universe) alteraram seus percursos.
Certo, tem se adequar e tornar o percurso mais interessante e rápido é o que dizem todas as organizadoras de corridas envolvidas. Concordo. Mas será o essas alterações não poderia acontecer de forma planejada e coesa e de uma vez por todas e não em “soquinhos”?
Para o atleta a mudança de percurso por mais que atenda seus anseios de velocidade se perdem na tradição, já qie é impossível fazer um comparativo de performance correndo um ano em um percurso e no seguinte em outro.
E você já participou de uma mesma maratona com percursos distintos?

A 114 anos no mesmo local Foto David Homsi
São Paulo – (mas foi no Rio...) – Bem, foram seis meses de tratamento após a fratura por stress. Retornei a 6 semanas planilhado pelo Branca. Acontece que por motivos alheios (gripe fortissima e obrigações profissionais) não corri as últimas três semanas.
Ou seja em 8 meses treinei105km e já fui participar de minha primeira corrida e vai o resuminho.
Meia Maratona Cidade do Rio de Janeiro
Data: 18 de julho de 2010
Local: Barraca do Pepe ao Aterro do Flamengo, Rio de Janeiro.
Distância: 21097m
Tempo bruto: 1h58min45s
Tempo liquido: 1h55min35
Colocação Imprensa: 5º lugar entre os 14 da categoria/2º na faixa etária da categoria .
Temperatura: minima 16ºC a 19ºC
Largada: 7h (oficial) 7h17 (efetiva) T
Tênis: Mizuno Creation 9 Golden Runner (edição especial)
Calção: Nike
Camiseta: The North Face Dean Karnases
Meias: Nike
Bonê: Oficial da competição
Gadget: Forerunner 305
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São Paulo – (e que volta...) – Vi Sirlene Pinho iniciar sua carreira. Lembro perfeitamente dos releases que o assessor de imprensa Fabio Maradei mandava contando a história da ex-doméstica que começava a despontar no mundo das corridas.
Depois de alçar ao grupo top feminino ganhando meias e maratonas, uma lesão a afastou por muito tempo das corridas, e consequentemente, de grandes resultados. Eis que cruza ontem a linha de chegada em primeiro lugar na Maratona do Rio.
O belo clique do Alexandre Koda feito após a atleta cruzar a linha de chegada dispensa comentários.
Parabéns a Sirlene, e claro, a seu técnico Claudio Castilho e seu clube Asics EC Pinheiros por acreditarem na atleta.
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São Paulo – (who are you?...) – Quando por mim passavam na manhã ensolarada do final de outono, os ciclistas, corredores e caminhantes que frequentavam o parque Vila Lobos, em São Paulo, deveriam estar se perguntando: quem é esse “Zé Mané”, embora o nome anglo-saxão-germanico dizia que não era Zé nem Mané, mas era o Harry, mas mesmo assim, se nem eu sei quem sou eles também não encontrariam a resposta de bate-pronto.
Mas eu mesmo me assustei quando a competente produtora de estilo Paula Navaez chegou com sacolas de tênis, camisetas, calções e profissionais a tira-colo – tudo no plural mesmo - para a não glamurosa produção de fotos. Claro, que contou com uma fera da fotografia o Rodrigo Petterson, que depois de uma photoshopada feita pela Thais Rodrigues deu um jeito da imagem ficar digestível para os leitores da revista O2 (Jul10/#87)
Também gostei das linhas traçadas pela jornalista Daniela Guardião que pincelou o meu perfil. Acho que deu para colocar no papel um pouco da minha história na bacanuca “Por isso eu corro”, a qual dou uma pirateada (all right reserved) para os leitores deste blog, mas que devido ao Harry ser desse "jeitinho" -, não conseguirão ler agora.
Ao editores que provavelmente deram o titulo, que muito me envaidesse agradeço, mas Super nem tanto.
Sou o Harry!
Ps.: Fotos serão tratadas para ficarem legíveis. (Timing)

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São Paulo – (imagine se só corresse...) – Muito bacana a iniciativa da União Internacional de Triathlon de introduzir na temporada 2010 um ranking dos melhores nadadores, ciclistas e corredores. A dica veio da minha amiga e vizinha de blog Fernanda Paradizo.
Tratando-se de corrida, a parcial da meia temporada mostra que quem está liderando é o triathleta alemão Jan Frodeno - para quem não sabe, é o atual campeão olimpico da modalidade.
Pois em em uma perna do Mundial disputada em Seul, na Córeia do Sul, Jan Frodeno cravou um respeitosa marca de 29min08 nos 10 km, isso depois de nadar 1,9 km e pedalar outros 40 km.
Entre as mulheres a chilena Barbara Riveros Diaz, 22 anos, lidera o ranking.
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São Paulo – (rodízio?...) – Se é boato ou não só saberemos no anúncio oficial, mas já há informação correndo no Twitter que a equipe Findyourself de SãoPaulo – e que é apoiada pela Mizuno - é uma das convidadas para participar do Desafio Nike 600k SP-Rio.
A assessoria de imprensa da Nike não confirmou a informação, o que é óbvio, assim aguardemos...
São Paulo – (estranho...) – Não entendi direito essa novidade da Nike que quer ter equipes mais novas no Desafio Nike 600k SP-Rio. A regra mudou nesta segunda edição. Diz o release de lançamento do evento que: “cada uma das 20 equipes deverá ter, no mínimo, seis atletas sub-25 (nascidos entre 1985 e 1992), sendo quatro homens e duas mulheres”.
Já me escreveram dizendo que isso é para deixar as equipes mais “bonitas” com gente jovem. Vai saber. Outra hipótese é que a Nike queira rejuvenescer a marca. Mas acho estranho, até porque a Nike, acredito eu, tenha a maior parcela de seus consumidores entre os mais jovens, mais do que qualquer outro fabricante.
Mas o que para olhos leigos pode parecer uma coisa, lá no marketing da empresa – muito experiente por sinal – sempre tem um porque de certas decisões.
E você o que acha que pode ser?

São Paulo – (trilegal...) – Definitivamente o mercado de corridas de rua está em franca evolução. Quando comecei a competir lá pelos idos de 94/95 tínhamos na cidade de São Paulo somente um circuito de rua regular: o da Corpore.
Se não me falha a memória era organizada uma corrida a cada dois meses – seis por ano – e as incrições se encerravam quando se atingiam 600 inscritos.
Para se ter uma ideia do estágio em que chegamos, hoje pela manhã na cidade de São Paulo, tivemos três competições simultâneas: Corpore Bombeiros, Circuito das Estações Adidas e a Fashion Run, fora as competições realizadas no Rio de Janeiro e Belo Horizonte, só para ficar nos três mariores mercados de corridas do Brasil.
Se essa não primeira vez que ocorre três provas no mesmo dia em São Paulo, isso prova que a canabalização entre elas não é fator crucial para não se repetir o fato, até porque, cada qual tem seu target especifico.
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São Paulo – (a saga continua...) – Essa semana os posts foram quase em sua totalidade de corridas polêmicas. E claro, o Desafio Nike 600k SP>Rio anunciado oficialmente na data de ontem, não vai ficar de fora.
E a polêmica começou forte. Prova eliticista, regiões que não serão contempladas com equipe própria, retorno positivo ou negativo de imagem, realização ou não da Nike Human Race foram alguns dos pontos discutidos principalmente no Twitter, alías, canal que a Nike vai utilizar com força esse ano para a divulgação da prova, visto que na primeira edição foi o mais ágil canal de comunicação do evento com notícias em real time, enviadas por atletas, imprensa e pela própria Nike.
Meu ponto de vista é o seguinte: o Desafio Nike 600k SP>Rio não é corrida aberta, aliás nem corrida é. É um evento de corrida feita pela marca para inovar mesmo que para isso tenha que sofrer críticas de quem se sentiu excluído. Vi muita gente influente inclusive diretores de patrocinadores do meio de corridas “pedir uma boquinha” para participar junto a técnicos que selecionavam atletas e e ter o pedido negado.
Ou seja: enquanto em corridas normais pagamos a inscrição, neste evento a mesma sai sem custo para o atleta, e na verdade é a Nike quem “paga”, através de um kit de materiais esportivo a ser usado em treinos e provas que gira em torno dos 3 mil reais (multiplique isso por 260 atletas). Reportagem da Runner´s World Brasil estimou o custo da prova em 5 milhões de reais.
A questão da segurança e logística também impede um maior número de equipes. Como já postei não há como fechar a Rio Santos. É uma estrada perigosa, com carros, caminhões passando a poucos metros dos atletas. Quanto a logística, essa apesar de ser conduzida com maestria pela Iguana Sports está no limite operacional. Pois há trafego de vans, mais carros de apoio (dos atletas e staffs), além da hospedagem para todos nos Villages.
Primeiro é preciso correr forte, embora peçam uma média de 5min/km, você precisa correr mais forte, pois essa média é obtida em provas planas “normais”, e percurso plano é o que menos tem na Rio-Santos. Portanto, é cabal que o que o atleta corre normalmente não será replicado nos 600k, ainda mais levando em consideração que pode-se correr três pernas e totalizar de 20 a 30km/dia.
Se a equipe Imprensa a qual tive a honra de integrar e ficou na última colocação teve pacing em algumas oportunidades sub 4min/km – o meu melhor foi 4min11 e o o pior 4min39 – largavamos às 5 horas da manhã e chegavamos lá pelas 8 horas da noite quando todos já estavam de banho tomado e jantando, o que seria de uma equipe que não tivesse o pacing selecionado?
Assim é necessário que o atleta tenha lastro em volume de corrida sem perder a velocidade.
Embora todas 21 das 22 equipes sejam convidaddas uma delas é formada exclusivamente por atletas que passaram por seletivas em todo o Brasil. Duas outras convidadas foram a equipe Imprensa e outra formada por uma revendedora de produtos Nike, no caso ano passado a Fast Runner, formada por atletas do quilate de um Alexandre Manzan.
Esse ano também houve reclamação que não haverá a Nike Human Race no último dia do evento. Ano passado houve essa corrida e mesmo assim as pessoas reclamaram, ou seja, ter ou não ter a corrida às pessoas vão falar mal do mesmo jeito.
Sem apurar acredito que por ser um ano de Copa do Mundo a Nike conteve os custos abortando esse evento. Precisa ver se a decisão não é da Matriz, já que é uma prova global. Porém circula informalmente que a Human Race pode acontecer esse ano. Mas um fato é certo: ela não acontecerá na sequêcia dos 600k.
Estou defendendo a Nike porque já estou com minha vaga garantida? Não. O responsável em coordernar a equipe Imprensa já avisou: "Uma coisa é óbvia: temos mais interessados do que vagas disponíveis."
Sou portanto favorável a uma seletiva entre jornalistas. E confio no meu taco, afinal fui o segundo mais rápido pacing da equipe, ficando atrás somente da Lú Macias, colunista da O2.
Porém pode ser que a Nike simplesmente ache que determinados jornalistas devem fazer parte da equipe e eu não ser incluso. Devo acatar a decisão porque em eventos somos convidados e não nos convidamos, ao menos, penso assim.

São Paulo – (eu não vou e você? – parte II...) – E a corrida de rua mais cara do Brasil acontece no próximo domingo no Shoping Iguatemi em São Paulo. Trata-se da Fashion Run.
Para participar dos 5 km é fácil. Basta se inscrever e a depender do seu ritmo - o meu por exemplo em 20 minutos - e lá se vão para o espaço R$ 200,00.
Está aí um ótimo investimento – para o organizador – aumentar a inscrição de um ano para o outro em 33%.
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São Paulo – (eu não vou e você?...) – Depois dos assaltos a Tiffany e Rolex agora vem o assalto da - e não “à” – Track&Field na corrida inaugural do luxuoso Shopping Cidade Jardim, aqui em São Paulo. Tá certo, é brincadeirinha. Mas, acho um tanto extorsivo uma inscrição para correr 5 ou 10 km pela bagatela de R$ 160 ou quase US$ 100.
Certo, certo ninguem obriga ninguem à competir. Vivemos o capitalismo. Lá na sua irmã mais “pobre” a do Shopping Villa Lobos – onde o circuito começou – a última etapa saiu por RS 110. Vi o kit e se colocarmos na ponta do lápis (camiseta, bonê, meia, estacionamento e a própria corrida em si) se paga o valor.
Em contra-ponto a esse argumento a pergunta é: estamos pagando o evento-corrida ou estamos comprando (venda casada?) o estoque de apretrechos da T&F?
Pois eu que não pago um centavo sequer para participar de uma prova que tem quase a totalidade de seu percurso na fuligenta Marginal Pinheiros, e se vacilar em boa parte apreciando a beleza de uma...favela – comunidade para os politicamente corretos, o que não é o meu caso – e que embora tenha um amigo das corridas que lá more, não deixa de ser favela.
Ou seja o apelo da prova só pode estar no kit e sua ótima organização.
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São Paulo – (oficioso mas não oficial, ainda...) – Embora a Nike através de sua assessoria de imprensa não se pronunciou e nem fontes que tenho na própria Nike confirmaram datas, o site da Iguana Sports – aquela que considero a melhor organizadora do Brasil – nos dá conta que a segunda edição do Desafio Nike 600k SP-Rio vai acontecer entre os dias 19 à 23 de outubro.
Espero repetir a foto abaixo.

Meus primeiros metros no Desafio. Foto: Donata Lustosa
São Paulo – (nosso imposto é gasto assim...) – Flodando minha timeline no Twitter me deparo com um tweet do Edwin Asberg: “A Globo arranjou uma forma de utilizar o velódromo do Pan. E a Prefeitura e Governo do RJ, COB, Ministério do Esporte?”, questionou sobre um dos elefantes brancos do “legado” do Pan.
A primeira coisa que veio à mente foi o estado lastimável do velódromo paulistano, o qual já cheguei ver provas internacionais, e hoje está sem condições de uso. Imaginei como seria bacana se São Paulo tivesse o seu e que ciclistas amadores pudessem lá fazer alguns de seus treinos de tiros.
Fiquei curioso e perguntei qual evento a Globo organizou, já imaginando um “desafio” entre casados e solteiros, mas que colocasse o pessoal para pedalar. A resposta confesso foi uma ducha de água fria:
“A Globo está gravando novela. Só assim pra ser utilizado. Parece que tem um personagem que é ciclista.” relatou Edwin.
Depois que a novela Passione colocou o “piloto” de Stock Car dando uma volta em Interlagos à noite, de fárois ligados, e com a namorada no banco de passageiro (!!!), nada mais me espanta.
Fui buscar um vídeo do velódromo no YouTube e o primeiro da lista que veio foi esse abaixo.
Fala sério...